quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Por que devemos ler e estudar a Bíblia?

Colocando de forma simples, devemos ler e estudar a Bíblia porque é a palavra de Deus a nós. II Timóteo 3:16 afirma que a Bíblia é “divinamente inspirada”. Em outras palavras, é a Palavra de Deus a nós. Há tantas perguntas feitas por filósofos e pessoas, e que Deus responde a nós nas Escrituras: Qual o propósito da vida? De onde venho? Há vida após a morte? O que acontece após a morte? Como posso chegar ao céu? Por que o mundo está cheio do mal? Por que luto tanto para fazer o que é certo? Além dessas “grandes” perguntas, a Bíblia dá muitos conselhos práticos em áreas como: O que devo procurar em um cônjuge? Como posso ter um casamento bem sucedido? Como posso ser um bom amigo? Como posso ser um bom pai ou uma boa mãe? O que é o sucesso e como consegui-lo? Como posso mudar? O que realmente importa na vida? Como posso viver de modo a não olhar pra trás e me arrepender? Como posso agradar a Deus? Como posso obter perdão? Como posso lidar com as circunstâncias injustas e acontecimentos ruins na vida de forma vitoriosa?

Devemos ler e estudar a Bíblia porque ela é totalmente confiável, sem erro. A Bíblia é única entre tantos livros chamados “sagrados”, pois não dá simplesmente ensinamentos morais dizendo: “confie em mim”. Ao contrário, nos dá a capacidade de testá-la verificando as centenas de detalhadas profecias que faz, verificando os registros históricos que faz, e checando os fatos científicos que relata. Aqueles que dizem que a Bíblia tem erros têm seus ouvidos cerrados à verdade. Uma vez Jesus perguntou o que era mais fácil dizer: “Seus pecados estão perdoados” ou “Levante, pegue sua cama e ande.” Então Ele provou que Ele tinha a capacidade de perdoar pecados (algo que não podemos ver com nossos olhos) curando o paralítico (algo que os que se achavam ao redor podiam verificar com seus próprios olhos). Da mesma forma, a nós é dada a certeza de que a Palavra de Deus é verdadeira quando discute áreas espirituais que não podemos verificar com nossos sentidos, mostrando-se verdadeira naquelas áreas que podemos (exatidão histórica, científica e profética).

Devemos ler e estudar a Bíblia porque Deus não muda e porque a natureza humana não muda: a Bíblia é tão relevante para nós quanto o era quando foi escrita. Enquanto a tecnologia se transforma ao nosso redor, os desejos e natureza da humanidade não mudam. Você achará, ao ler as páginas da história bíblica, que, falando de relações pessoais ou sociedades, “não há nada novo debaixo do sol”. E enquanto a humanidade, como um todo, continua a buscar amor e satisfação em todos os lugares errados, Deus, nosso bom e amoroso Criador, nos diz que nos trará alegria DURADOURA. Sua Palavra revelada, as Escrituras, são tão importantes que delas disse Jesus: “Nem só de pão viverá o homem, mas de toda a palavra que sai da boca de Deus” (Mateus 4:4). Em outras palavras, se você quer viver a vida em seu máximo potencial, como foi a intenção de Deus, ouça e considere a palavra escrita de Deus... isto é mais importante do que comer!

Devemos ler e estudar a Bíblia porque há tantos ensinamentos falsos ao nosso redor, mas a Bíblia nos dá um padrão de medida pelo qual podemos diferenciar a verdade do engano. Ela nos diz como é Deus. Ter uma impressão errada de Deus é adorar a um “ídolo” ou “falso deus”, pois assim estamos adorando algo que não é Ele! A Bíblia nos diz como alguém verdadeiramente chega ao céu... e não é por ser bom ou batizado, ou por nada mais que POSSAMOS FAZER (João 14:6; ; Efésios 2:1-10; Isaías 53:6; Romanos 3:10 em diante, 5:8; 6:23; 10:9-13). Neste pensamento, a Palavra de Deus nos mostra o quanto Deus nos ama (Romanos 5:6-8; Isaías 53:1 em diante.), e é aprendendo isto que somos levados a amá-Lo também (I João 4:19).

A Bíblia vai equipar você para servir a Deus (II Timóteo 3:17; Efésios 6:17; Hebreus 4:12). Ela ajudará você a saber como ser salvo de seu pecado e sua conseqüência básica (II Timóteo 3:15). Obedecer e meditar na Bíblia trará sucesso em sua vida (Josué 1:8; Tiago 1:25). A Palavra de Deus ajudará a você a ver o pecado em sua vida e a livrar-se dele (Salmos 119:9-11). Ela guiará você em sua vida, fazendo com que se torne mais sábio do que mestres (Salmos 32:8; 119-99; Provérbios 1:6). A Bíblia ajudará você a não perder anos de sua vida em coisas que não duram e não importam (Mateus 7:24-27).

Ler e estudar a Bíblia vai ajudar você a ver além da “isca” atrativa, enxergando o doloroso “anzol” nas tentações cheias de pecado, para que você aprenda com os erros dos outros ao invés de cometê-los você mesmo. A experiência é um grande mestre, mas quando se trata de aprender do pecado, é um mestre terrivelmente duro. É muito melhor aprender pelo erro dos outros. Há tantos personagens da Bíblia para termos como exemplo e aprender, tanto modelos positivos quanto negativos, ambos muitas vezes vindo da vida da mesma pessoa em diferentes momentos. Por exemplo, Davi, ao derrotar o Gigante Golias, nos ensina que Deus é maior que tudo aquilo que nos pede para enfrentar (I Samuel 17). Davi, ao ceder à tentação de cometer adultério com Bate-Seba, revela quão duradouras e terríveis podem ser as conseqüências de “momentos de prazer” (II Samuel 11 em diante). Conhecer a Bíblia nos dá uma real esperança e paz quando tudo ao nosso redor parece estar se desmoronando (Romanos 15:4; Salmos 112:7; Habacuque 3:17-19).

A Bíblia é um livro que não se destina a uma mera leitura. É um livro para se estudar, para que possa ser aplicado. Do contrário, é como engolir a comida sem mastigar, e depois colocá-la pra fora novamente... não se ganha valor nutricional assim. A Bíblia é a Palavra de Deus. Como tal, é tão coesa quanto as leis da natureza. Você pode ignorá-la, mas o fará para seu próprio sofrimento, como seria se ignorasse a lei da gravidade. Não se consegue enfatizar de forma suficiente o quanto a Bíblia é importante em nossas vidas. Estudar a Bíblia pode ser comparado a procurar por ouro. Se você fizer pouco esforço e simplesmente “procurar entre as pedras do rio” você apenas encontrará pó de ouro. Mas, quanto mais você se esforçar para “cavar o ouro”, mais recompensa obterá por seus esforços.

http://www.gotquestions.org/Portugues/por-que-estudar-Biblia.html

A Bíblia é Relevante para os dias de hoje?

Hebreus 4:12 nos diz: “Porque a palavra de Deus é viva e eficaz, e mais penetrante do que espada alguma de dois gumes, e penetra até à divisão da alma e do espírito, e das juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e intenções do coração.” Mesmo tendo sido escrita por mais de 40 autores por um período de mais de 1500 anos, sua verdade e relevância para os dias de hoje não mudou. A Bíblia é a única fonte objetiva de toda a revelação que Deus nos deu a respeito de Si mesmo e Seu plano para a humanidade. A Bíblia contém grande quantidade de informações sobre o mundo natural que foi confirmada por observações e pesquisa científica. Algumas dessas passagens incluem Levítico 17:11, Eclesiastes 1:6-7, Jó 36:27-29, Salmos 102:25-27 e Colossenses 1:16-17. Conforme vai se desdobrando a história bíblica do plano redentor de Deus, muitos personagens diferentes são vividamente descritos. Fazendo assim, a Bíblia fornece muitas informações sobre o comportamento e tendências humanas. Nossas próprias experiências cotidianas nos mostram que tais informações são mais exatas e descritivas da condição humana do que qualquer livro de psicologia. Muitos fatos históricos registrados na Bíblia foram confirmados por fontes não-bíblicas. Freqüentemente, a pesquisa histórica demonstra um alto grau de concordância entre os relatos bíblicos e não-bíblicos, a respeito dos mesmos acontecimentos. Em muitos casos, a Bíblia tem sido considerada mais correta em termos históricos. Entretanto, a Bíblia não é um livro de história, texto de psicologia, tampouco periódico científico. A Bíblia é a descrição dada a nós por Deus sobre quem Ele é, Seus desejos e planos para a humanidade. O componente mais significante dessa revelação é a história de nossa separação de Deus pelo pecado, e as medidas que Deus tomou para a restauração da união através do sacrifício de Seu Filho, Jesus Cristo, na cruz. Nossa necessidade de redenção não muda. Nem o desejo de Deus de que com Ele nos reconciliemos. A Bíblia contém uma grande quantidade de informações precisas e relevantes. A mensagem mais importante da Bíblia, a redenção, é universalmente e perpetuamente aplicável à humanidade. A Palavra de Deus nunca ficará ultrapassada, suplantada ou necessitando de melhorias. Mudam as culturas, as leis, as gerações vêm e vão, mas a Palavra de Deus é tão relevante hoje quanto o era quando começou a ser escrita. Nem todas as Escrituras necessariamente se aplicam explicitamente a nós hoje, mas todas contêm verdade que podemos e devemos aplicar em nossas vidas hoje.

http://www.gotquestions.org/Portugues/Biblia-relevante.html

domingo, 8 de novembro de 2015

Judeus que ganharam o Prêmio Nobel

Desde seu lançamento, em 1901, o Prêmio Nobel foi conferido a 700 personalidades, sendo que 152 delas são judeus. Observe a lista abaixo:

Literatura
1910 - Paul Heyse
1927 - Henri Bergson
1958 - Boris Pasternak
1966 - Shmuel Yosef Agnon
1966 - Nelly Sachs
1976 - Saul Bellow
1978 - Isaac Bashevis Singer
1981 - Elias Canetti
1987 - Joseph Brodsky
1991 - Nadine Gordimer World

2002 – Imre Kertesz

2004 - Elfriede Jelinek

Paz
1911 - Alfred Fried
1911 - Tobias Michael Carel Asser
1968 - Rene Cassin
1973 - Henry Kissinger
1978 - Menachem Begin
1986 - Elie Wiesel
1994 - Shimon Peres
1994 - Yitzhak Rabin

1995 – Joseph Rotblat

Economia
1970 - Paul Anthony Samuelson
1971 - Simon Kuznets
1972 - Kenneth Joseph Arrow
1975 - Leonid Kantorovich
1976 - Milton Friedman
1978 - Herbert A. Simon
1980 - Lawrence Robert Klein
1985 - Franco Modigliani
1987 - Robert M. Solow
1990 - Harry Markowitz
1990 - Merton Miller
1992 - Gary Becker
1993 - Robert Fogel

1994 – John C. Harsanyi

2002 – Daniel Kahneman.

Medicina:

1908 - Elie Metchnikoff,

1908 - Paul Erlich,

 1914 - Robert Barany,

1922 - Otto Meyerhof,

1930 - Karl Landsteiner,

1931 - Otto Warburg,

1936 - Otto Loewi,

1944 - Joseph Erlanger e Herbert Spencer Gasser,

1945 - Ernst Boris Chain,

1946 - Hermann Joseph Muller,

1950 - Tadeus Reichstein,

1952 - Selman Abraham Waksman,

1953 - Hans Krebs e Fritz Albert Lipmann,

1958 - Joshua Lederberg,

1959 - Arthur Kornberg,

1964 - Konrad Bloch,

1965 - Francois Jacob e Andre Lwoff,

1967 - George Wald,

1968 - Marshall W. Nirenberg,

1969 - Salvador Luria,

1970 - Julius Axelrod,

1970 - Sir Bernard Katz,

1972 - Gerald Maurice Edelman,

1975 - David Baltimore e Howard Martin Temin,

1976 - Baruch S. Blumberg,

1977 - Rosalyn Sussman Yalow e Andrew V. Schally,

1978 - Daniel Nathans,

1980 - Baruj Benacerraf,

1984 - Cesar Milstein,

1985 - Michael Stuart Brown e Joseph L. Goldstein,

1986 - Stanley Cohen e Rita Levi-Montalcini,

1988 - Gertrude Elion,
1989 - Harold Varmus,

1991 - Erwin Neher e Bert Sakmann,

1993 - Richard J. Roberts e Phillip Sharp,

1994 - Alfred Gilman e Martin Rodbell,

1995 - Edward B. Lewis,

1997 - Stanley B. Prusiner,

2000 - Eric R. Kandel e

2002 - H. Robert Horvitz.

Física:

1907 - Albert Abraham Michelson,

1908 - Gabriel Lippmann,

1921 - Albert Einstein
1922 - Niels Bohr,

1925 - James Franck,

1925 - Gustav Hertz,

1943 - Gustav Stern,

1944 - Isidor Issac Rabi,

1952 - Felix Bloch,

1954 - Max Born,

1958 - Igor Tamm,

1959 - Emilio Segre,

1960 - Donald A. Glaser,

1961 - Robert Hofstadter,

1962 - Lev Davidovich Landau
1965 - Richard Phillips Feynman e Julian Schwinger,

1969 - Murray Gell-Mann,

1971 - Dennis Gabor,

1973 - Brian David Josephson,

1975 - Benjamin Mottleson,

1976 - Burton Richter,

1978 - Arno Allan Penzias e Peter L Kapitza,

1979 - Stephen Weinberg e Sheldon Glashow,

1988 - Leon Lederman, Melvin Schwartz e Jack Steinberger,

1990 - Jerome Friedman,

1992 - Georges Charpak,

1995 - Martin Perl,

1995 - Frederik Reines,
1996 - Douglas D. Osheroff e David M. Lee,

1997 - Claude Cohen-Tannoudji,

1999 - Martinus J. Godefriedus Veltman,

2002 - Raymond Davis,

2003 - Vitaly Ginzburg,

2004 - David J. Gross e David Politzer.

Química:

1905 - Adolph Von Baeyer,

1906 - Henri Moissan,

1910 - Otto Wallach,

1915 - Richard Willstaetter,

1918 - Fritz Haber,

1943 - George Charles de Hevesy,

1961 - Melvin Calvin,

1962 - Max Ferdinand Perutz,

1972 - William Howard Stein,

1977 - Ilya Prigogine

1979 - Herbert Charles Brown,

1980 - Paul Berg e Walter Gilbert,

1981 - Roald Hoffmann,

1982 - Aaron Klug,

1985 - Albert A. Hauptman e Jerome Karle,

1986 - Dudley R. Herschbach,

1988 - Robert Huber,

1989 - Sidney Altman,

1992 - Rudolph Marcus,

1998 – Walter Kohn,

2000 - Alan J. Heeger,

2004 - Avram Hershko e Aaron Ciechanover.

http://eretzisraelmv.blogspot.com.br/2011/09/judeus-que-ganharam-o-premio-nobel.html

terça-feira, 27 de outubro de 2015

O BOM OBREIRO - PR. ANTÔNIO GILBERTO


Adoração aos Pés do Mestre


Texto: Lc 7.37,38,44-46;
Hinos Sugeridos: 509, “Vim para adorar-Te”, “Espírito de Deus”.
Introdução
Adoração: Gr. Λατρεία (latreía). Também designado pela palavra Gr. προσκυνεω (proskuneo).
O grego proskynéo corresponde de perto ao hebraico shahháh no sentido de prestar homenagem a criaturas e também no de adorar a Deus ou uma deidade. Embora a maneira da expressão da homenagem talvez não se destaque tanto em proskynéo como em shahháh, termo hebraico que transmite vividamente a ideia de se prostrar ou curvar, alguns lexicógrafos sugerem que o termo grego decididamente tinha originalmente este sentido.
A Greek-English Lexicon of the New Testament and Other Early Christian Literature, de William F.Arndt e F.Wilbur Gingrich, 1957, diz nas páginas 723,724, debaixo de proskuneo: “…usado para designar o costume de se prostrar diante de uma pessoa, e beijar seus pés,a orla de suas vestes, o chão , etc, …..(cair por terra ) adorar , prestar homenagem a, prostrar-se diante de alguém, reverenciar algo, receber respeitosamente.(veja Chave lingüística de Reinecker, p.2, )
A adoração exige amor extremo, excessivo, fazendo com que a pessoa seja levada a prestar culto a uma divindade. O termo adoração geralmente se refere a atos específicos de devoção ou honra religiosos, tipicamente direcionados a um ser sobrenatural podendo ser um deus ou uma divindade, o estudo destas práticas ou tradições corresponde à teologia.
A adoração religiosa pode ser feita individualmente, em grupos informais ou como parte de um serviço organizado com um líder designado (como em uma igreja, sinagoga, templo ou mosteiro). Em outros termos, a adoração pode significar apoio ou respeito, quando direcionada a membros de classes sociais mais elevadas (tais como reis, imperadores ou monarcas) ou para uma pessoa estimada (tal como um amante).
Os pés dentre outros simbolismos na Bíblia têm a representação da humildade. Na adoração ao Senhor dos senhores e Rei dos reis o homem deve derramar –se sem reservas “... aos olhos daquele com quem temos de tratar.” (Hb 4.13).
Os pés também demonstra o caminho correto que alguém deve trilhar cotidianamente enquanto neste mundo estiver peregrinando.
A religião não é o ponto principal para uma verdadeira adoração,como pensava Simão, mas um meio – não úncio – dessa reverência ao Senhor (Rm 12.1; II Co 5.7).

Desenvolvimento
ü  Pés com lágrimas; (Lc 7.44); Quando os pés de Jesus foram encharcados em lágrimas por aquela mulher (denominada pelo fariseu Simão de pecadora) representou a efusão profunda de emoções: tristezas ou alegrias, satisfação ou dor àquele que conhece todo o nosso interior (Sl 139.23) e que é capaz de lidar com esse turbilhão de sentimentos. Ao derramar as lágrimas no lugar certo, aos pés certo – Jesus – teremos a certeza de conforto e paz.
ü  Pés com beijos; (Lc 7.45); O beijo ou ósculo santo no oriente além do significado de saudação representa também intimidade, carinho, reverência... Na antiguidade também era comum, para gregos e romanos, o beijo entre guerreiros no retorno dos combates. Quando a mulher beija os pés do Mestre ela está narrando que quer se aproximar d’Ele, ter mais intimidade com Ele. Nós temos que nos aproximar do Senhor com todo o nosso ser, beijá-Lo diariamente. Beijados serão os lábios do que responde com palavras retas.” Pv 24:26
Por causa do beijo de Judas em Jesus até certo período da história era sinônimo de traição. Mas para nós, agora, deve ser sinônimo de irmandade, familiaridade.
ü  Pés com óleo; (Lc 7.46); Neste episódio o óleo denota a unção que alguma alma sedenta almeja fortemente. Esta alma foi buscar na fonte correta, Jesus (Hb 1.9). O derramamento com óleo é para todos que invocarem o nome do Senhor (At 2.1-4, 38,39). 
Conclusão
Conta-se de uma missionária fugindo da perseguição comunista pelas florestas da China, no século passado. Exausta, ela, de pés descalços e maltrapilhos, se esgueirava entre as árvores ferindo-se mais e mais por causa das pedras, das raízes e dos espinhos. Conseguiu chegar a uma aldeia evangelizada por ela e entra em uma das casas de uma família já alcançada pelo Evangelho. É abrigada, aquecida, têm seus pés feridos, encaliçados e doloridos cuidadosamente colocados em uma bacia com água e lavados por uma menininha que os regando com suas lágrimas e não cessava de dizer: “Eu te agradeço, Senhor, por esses pés que trouxeram a tua Salvação para essa casa”.
Fontes
Bíblia Sagrada